<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?> <rss version="2.0" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/" ><channel><title>Gustavo Ribeiro - Desenvolvedor Front-End &#187; Artigos</title> <atom:link href="http://gustavoribeiro.com/category/blog/artigos/feed" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://gustavoribeiro.com</link> <description>Desenvolvedor Interface / Front-End, Carioca, especialista em Web Standards, CSS, CSS3, xHTML, HTML5, Acessibilidade e defensor dos Padrões W3C.</description> <lastBuildDate>Thu, 08 Sep 2011 12:25:22 +0000</lastBuildDate> <language>en</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator> <item><title>Verdades estão aí para serem ditas</title><link>http://gustavoribeiro.com/blog/verdades-estao-ai-para-serem-ditas</link> <comments>http://gustavoribeiro.com/blog/verdades-estao-ai-para-serem-ditas#comments</comments> <pubDate>Wed, 29 Jun 2011 13:40:52 +0000</pubDate> <dc:creator>gusribeiro</dc:creator> <category><![CDATA[Artigos]]></category> <category><![CDATA[Blog]]></category><guid isPermaLink="false">http://gustavoribeiro.com/?p=524</guid> <description><![CDATA[Há quase 1 ano não estou mais em agência trabalhando com diversos públicos. Venho trabalhando em dois portais de conteúdo e público mais específico, o que me agrada bastante e to curtindo muito até agora. Tá certo que o público não é tão específico quanto de um hotsite ou campanha, mas acredito ser muito mais [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Há quase 1 ano não estou mais em agência trabalhando com diversos públicos. Venho trabalhando em dois portais de conteúdo e público mais específico, o que me agrada bastante e to curtindo muito até agora.</p><p>Tá certo que o público não é tão específico quanto de um hotsite ou campanha, mas acredito ser muito mais específico e selecionado do que muitos possam imaginar. Por exemplo, é um público que compra na internet, que usa cartão de crédito, que viaja a turismo ou trabalho constantemente. Logo não é um público de pouca renda ou com baixo nível de conhecimento de internet, acredito eu apesar de alguns estudos e dados não confirmarem tanto.</p><p>Constantemente debato com meus colegas se nosso público é básico, se temos usuários com idades superiores a 60 anos (logo com dificuldade de leitura e coordenação montora &#8211; salvo raras excessões), se temos usuários com dificuldade de visão e por não ter uma resposta concreta ou a maioria deles achar que sim, acabo me frustando ao desenhar nossas interfaces.</p><p><span id="more-524"></span></p><p>Não acredito que isso seja verdade. Acredito que o nosso público seja de usuários médios pra avançados, que já tenham uma experiência de compra online e que não tenham mais medos e dúvidas sobre tal experiência. Assim como ter que manter um site/projeto pra IE6 e 1024&#215;768 de resolução de tela. Se a pessoa não possui um computador atualizado, vai ter dinheiro pra gastar comprando online? Comprando objetos, livros, passagens aéreas, fazendo transações bancárias e etc, duvido.</p><p>Estudos dizem que brasileiros gastam boa parte do tempo pra fazer transações, compras e usar redes sociais durante o dia e no horário de trabalho. Se o cara trabalha numa empresa que mantém os computadores desatualizados, essa mesma empresa deve vetar o uso de alguns sites no horário do expediente, logo, essas pessoas devem realizar essas transações no conforto do lar no seu laptop, smartphone (alguns em suas tablets) ou desktop. É raro hoje em dia encontrar computadores a venda com monitores menor que 17&#8243; e com isso resoluções menores que 1024&#215;768 vão ficando cada vez menos comuns.</p><p>Claro que não posso ignorar os novos usuários que estão chegando, a famosa inclusão digital (como eu odeio esse termo). Esses novos usuários que ainda estão aprendendo a usar as coisas, aprendendo a comprar e que tem um poder de compra alto. Ou seja, não dá mesmo pra tirá-los da base. Porém a cada ano a curva de aprendizado ao uso de novas interfaces e mídias é mais curta e rápida, logo, não é motivo. E esses novos usuários já compram computadores melhores, do que disse no parágrafo anterior, graças as facilidades de carnês e cartões de crédito.</p><p>Outro grande problema que encontro é a famosa quebra de paradigmas. Pessoas que trabalham com internet, porém, são conservadoras demais e acabam não se atualizando com a mesma velocidade e frequência da rede (<a href="http://www.infoextra.com.br/noticias/bronca-menos-discurso-e-mais-investimento-no-digital-2021.html">Brasil só levou um cyber, prata, em Cannes por exemplo</a>). E não me venham falar de verba, porque o brasileiro é reconhecido mundialmente como um po(l?)vo criativo que dá nó em pingo d&#8217;água.</p><p>Não me falem que não tem tempo ou a equipe não pode ser parada para melhorar um projeto ou começar um novo do zero. Medinho é uma coisa que me deixa puto. Se você tem uma equipe de 1 front, 1 developer e 1 designer, realmente você não pode fazer muita coisa num projeto que já está todo errado. Mas se você pode dividir a equipe em duas, uma (re)constrói de forma certa o que está errado e a outra fica mantendo (por hora) o que está no ar, qual problema disso sr. 06? Quer passar o comando pra quem tenha colhão suficiente? Então passa.</p><p>Se grandes empresas seguem investindo em novas ideias, novas interfaces, empresas que tem um público variado e milhões de acessos por mês, tentam e fazem a coisa funcionar, por que você que tem alguns milhares e um público semelhante também não pode?</p><p><strong>Brasileiro é assim mesmo, preguiçoso e com uma zona de conforto grande</strong>. Segundo minha grande amiga <a href="http://twitter.com/anaerthal">Ana Erthal</a>: <em>&#8220;O problema todo é que as agências ainda pensam, em pleno século XXI e no meio dessa turbulência de informações e mobilidade social e cultural, como se pensava há 40 anos. Elas pensam como veículos de massa. E não é mais assim. A comunicação se fragmentou juntamente com a identidade dos sujeitos e da cultura&#8230; e não tem mais volta. Desde a invenção do controle remoto a comunicação se tornou individualizada e promíscua na ultilização de meios e ferramentas. E as agências, em vez de perceberem esse movimento natural evolutivo, elas continuam olhando para trás, usando modelos ultrapassadíssimos para tentar entender o sujeito contemporâneo e sua pluralidade. É triste. E é esse o motivo que não as deixa caminhar pra frente: daqui não sairá nenhum cyber&#8221;</em>. Aí se você vem com ideias e ideais que batem de frente e que forçem as pessoas a pensar e a inovar, você é de outro planeta ou tá tentando pensar muito na frente dando um passo maior que a perna e não vai alcançar a outra margem do rio.</p><p>Já ouvi pessoas dizendo que ainda não acreditam em mobile apps mesmo depois do sucesso astrnômico do iPhone e Android, mesmo com tudo se convergindo e mostrando o contrário. E não foi estagiário que falou isso não hein. No twitter mesmo, canso de ver pessoas que se dizem responsáveis por mídias sociais ou que tenham foco nelas, postarem coisas com 1 semana, 1 mês e as vezes mais tempo de atraso achando que é novidade com a desculpa que estava muito ocupado com o job do cliente e nāo teve tempo de ler ou ver o que aconteceu na semana.</p><p>Me desculpe, mas esse job desse cliente aí vai ser antigo quando ele for lançado então viu, capitão?</p><p>Felizmente em alguns casos não é assim, mas vejo muitos projetos, agências, empresas que ficam pensando muito no hoje e no ontem e não no amanhã.</p><p>É por isso que tem tanta gente boa saindo do país pra &#8220;fazer internet&#8221; lá fora. Agências dos EUA e da Europa estão anos luz a frente das tupiniquins em termos de planejamento, estrutura e principalmente condições de trabalho. Se você dá liberdade pro seu profissional criar, seja ele de criação ou não &#8211; porque boas ideias vem de qualquer um e de qualquer lugar &#8211; tenho certeza que os projetos vão ficar cada vez melhores.</p><p>Um exemplo disso são os <a href="http://www.youtube.com/watch?v=PUwEEOhcK3s">hackdays</a> e <a href="http://www.youtube.com/results?search_query=hackathon+facebook&amp;aq=1&amp;oq=hackath">hackathons</a> da vida como fazem o Facebook, o Google e o Linkedin. Boas, não, excelentes ideias surgiram desses exemplos: Orkut, Gmail, GoogleDocs no Google, vídeo, like, face tag no Facebook, exportar seu currículo, grupos no Linkedin. Os profissionais são incentivados a estar sempre buscando novas soluções por puro prazer e não porque é o trabalho deles.</p><p><strong>É aí que está toda a diferença cultural da coisa.</strong></p><p>post by <a href="http://danieldepaola.com">Daniel de Paola</a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://gustavoribeiro.com/blog/verdades-estao-ai-para-serem-ditas/feed</wfw:commentRss> <slash:comments>3</slash:comments> </item> </channel> </rss>
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